MS San Marino
HomeRotaLocalizaçãoBarcoHistóricoEquipeDiário de BordoContatoInformações1ª ViagemSite da 1ª viagemFotosLinksExtrasReceitasImprensaProcurarEnglish

 

Corrente elétrica 220 380 50/60hz

Quando no mar ou ancorados, somos totalmente auto-suficientes, fazendo nossa agua e energia.

Nenhum problema, nosso gerador produz 50 KW, que em 220, 50 ciclos.

Podemos ligar todos nossos equipamentos elétricos juntos.

Ligar à terra é sempre um problema difícil, pois em cada lugar do mundo a eletricidade disponível é diferente, inclusive variando a ciclagem, 50 ou 60 ciclos.

Também a potência disponível varia muito.

Nas Canárias, nos Gigantes, havia uma tomada de 20 ampères, que com freqüência desarmava o disjuntor devido a nosso consumo.

Em Mogan, a eletricidade era perfeita, tomada trifásica 380/220 volts, 60 ampères por fase, 180 Ampères,

Em Lanzarote, também havia trifásico, 32 ampères, que é suficiente, mas 240 volts chegavam ate nós, o que esquenta demais a secadora de roupas que é brasileira, portanto 220 volts, 60 ciclos, e por isto deveria em 50 ciclos ser alimentada com menos de 200 volts.

Gibraltar, Benalmádena, Torrevieja e Moraira, tomadas de 32 ampères, monofásico, sempre com 240 volts.

Saint Carles de la Ràpita na Catalunha 6 ampères, tivemos que ligar nossa segunda entrada de corrente. Desde o projeto temos duas entradas justamente para estes casos.

Temos já uma grande coleção de plugs, em duplicata muitas vezes, pois se a entrada é fraca, podemos pegar duas simultaneamente.

Com o jogo de plugs que agora dispomos, poderemos "enchufar" como dizem os espanhóis em qualquer ponto da Europa.

O problema foi solucionado no San Marino da seguinte maneira:

Temos cinco redes elétricas independentes. Uma para 110 volts, 60 ciclos, onde estão ligados o forno de microondas, o computador o sistema de som e diversas tomadas. Esta rede na falta de energia elétrica é automaticamente alimentada por um inversor 12 volts / 110 volts / 2600 watts, utilizando nossas baterias.

Uma para 220 volts, 50 ciclos, onde estão ligados o fogão, compactador de lixo, triturador e diversas tomadas. Esta rede na falta de energia elétrica é automaticamente alimentada por um inversor 12 volts / 220 volts / 2600 watts , também utilizando nossas baterias.

Todos estes equipamentos elétricos podem assim funcionar via bateria que são grandes (2400 ampères só para o serviço) e agüentam a vida a bordo com 8 pessoas por 24 horas. Como temos dois alternadores de 125 ampères em cada motor, quando estamos navegando não precisamos de gerador.

As outras três redes são parte do sistema trifásico, mas também podem ser alimentadas em monofásico. Neste caso tudo funciona menos o ar condicionado.

Quando estamos desligados da terra, só necessitamos do gerador para fazer agua doce, ar condicionado, máquinas de lavar e secar e forno. O resto as baterias suprem.

Quando estamos ligados à terra, a conexão perfeita é 380 volts trifásico. Tudo funciona sem problemas.

Se entretanto somente temos 220 ou 110 monofásicos, todos os equipamentos da rede trifásica são ligados, e dependendo da ciclagem utilizamos os inversores de 60 ou 50 ciclos para os equipamentos sensíveis.

No caso de potência muito pequena (6 ampères, por exemplo), ligamos apenas os carregadores de bateria e vivemos dela.

Ao mesmo tempo, com o aquecimento a Diesel (que também esquenta nossa agua), nosso consumo diminui.

Tudo funciona muito bem e automaticamente. A preferencia é sempre do Gerador, que ao ser ligado desliga todos os outros circuitos. Em seguida a preferencia é da tomada de terra e por último as baterias.

Não temos Gás a bordo, preferimos não correr o risco, e além disto é sempre uma amolação em cada pais encontrar bujões próprios e leva-los no braço.

Como temos muito óleo diesel a bordo, a solução elétrica foi a melhor.

Toda a iluminação, guinchos, instrumentos é em 12 volts.

Optamos por 12 e não 24, pela facilidade maior de se encontrar equipamentos nesta voltagem.

Para compensar a perda, utilizamos cabos elétricos muito pesados, todos calculados para uma perda máxima de 3%.

Nunca tivemos problemas elétricos a bordo.

Baterias

As baterias de serviço do San Marino, são do tipo GEL, onde o eletrólito em vez de ser liquido é em forma de gelatina. Isto dá rigidez às placas e elas podem ser utilizadas tanto para serviços gerais, descarga lenta, como para partida de motores, descarga rápida.

Cada motor tem sua bateria dedicada, (180 A) inclusive o gerador.


Na ponte de comando temos 180A de baterias, exclusivamente para instrumentos de navegação e rádios. É por segurança, pois estão em nível acima do convés, e em caso de sinistro, estarão acima d’água até o barco afundar totalmente, permitindo a utilização dos rádios, etc.

As baterias acima são carregadas por um carregador Excide de 50 Ah, assim está sempre em carga máxima quando em mmarina ou gerador ligado.

O Banco de serviço é composto de dois conjuntos de baterias com 1200A cada. Cada um é carregado por alternador dedicado, de 125Ah, mais 380 A de 4 carregadores que somam mais, um total de 630 Ah quando estamos com o gerador e motores ligados. Isso dois alternadores de 48 A para cada motor e um de 72 A para o gerador. Total 798 A de carga com tudo ligado.

Todo o sistema elétrico de corrente continua do San Marino está ligado a estes bancos de baterias que permitem vida normal a bordo, via inversores, durante 48 horas, sem necessidade do uso do gerador ou motores. Todas as baterias são monitoradas da ponte de comando por um minicomputador Balmar que informa % de carga, voltagem, temperatura, Ampères restantes, Ampères de descarga ou carga.

Nunca se deve descarregar uma bateria a mais de 50% de sua capacidade. Baterias Gel são muito mais resistentes que as de eletrólito liquido, mas mesmo assim deve-se tomar cuidado.

Também a carga a 100% de uma bateria é difícil de se conseguir, portanto ao calcular uma bateria deve-se levar em conta que apenas 25% da capacidade pode ser utilizada.

Como temos grandes baterias, além do alternador normal do motor de 48 Ah temos um extra, de 125 Ah em cada motor. Assim recarregamos rapidamente as baterias e não precisamos ligar o gerador quando os motores funcionam, pois o 110 e 220 vêm dos inversores. (apenas para fazer agua doce, ligar o ar condicionado ou as máquinas de lavar e secar é que precisamos de gerador).

Aterramento

O ponto central de tomada de terra é muito importante em um barco. Um mau contato nos terminais de terra pode ocasionar a queima de diversos aparelhos eletrónicos ou o mau funcionamento.

O efeito é colocar em série dois ou mais equipamentos, através do terminal negativo. Ocorre assim uma diferença de voltagem com possibilidade de inversão de polaridade. Por isto, meus instrumentos principais possuem disjuntores automáticos que cortam não só o positivo, mas também o negativo.

Alem disto, pode ocasionar corrosão por efeito galvânico nas peças metálicas que estão sob a agua e ainda em caso do barco ser atingido por um raio, queimar todos os equipamentos eletrónicos. É um ponto importantíssimo.

Instrumentos

 

Nossos instrumentos Autohelm e Raymarine (que comprou a Autohelm) incluem Graphic, um Depth e um Speed, além destes na pilothouse temos um wind um compass dois Multi (todos Autohelm) com controle remoto na cama da pilothouse, no flybridge um Raymarine Graphic e um Multi, e no camarote de popa temos um Raymarine Graphic, todos ligados por seatalk, e recebendo NMEA do plotter no computador, e do GPS.

Todos estão ligados entre si e se comunicam com o GPS Furuno e computador por um NMEA multiplex feito pela brookhouse.

Temos um repetidor Raymarine Graphic no camarote, assim a cada momento, de lá, podemos saber tudo o que se passa no San Marino, inclusive as informações do GPS e plotter.

É muito util quando se navega, mas muito mais quando se está ancorado. Posso verificar a proa, a profundidade, ventos força e direção e saber um pouco do que se passa lá fora ser ter que subir.

Radar

Os equipamentos Furuno, de excelente qualidade, utilizavam fluxgate KHL e agora estão produzindo a própria bússola eletrónica para conectar a seus radares e pilotos automáticos.

Em nossa ponte, temos um Radar Furuno serie 8300 com antena de 1.80 metros e alcance de 72 milhas. Como reserva um radar Furuno Serie 1830 com antena coberta, aquela usada por veleiros, para evitar enroscar as velas.

O primeiro radar, excelente, está ligado ao fluxgate portanto podemos efetuar tomadas de posição com perfeição e rapidez, e manter a tela com rumo ou norte acima.

O radar provavelmente o mais útil instrumento de navegação e este que temos é muito preciso, dando imagens muito detalhadas graças a sua antena de grande tamanho.

O radar auxiliar, é um backup e também o usamos a noite quando ancorado, com a zona de guarda programada para meia milha. Temos em nosso camarote um repetidor do beep de alarme, assim se alguém se aproxima ou se o San Marino garra, o alarme toca e se desperta para se ver o que sucede.

Contadores de Horas


Os contadores de hora marcam o tempo de uso de cada motor.

O eletrónico faz parte do sistema Flo-Scan que também controla o consumo de combustível. O Elétrico, fica no Pilot House junto com todos os instrumentos VDO (RPM, Pressão de óleo, pressão de óleo do reversor, Temperatura da agua e Voltagem da bateria) e o Mecânico na sala de máquinas, onde temos todos as funções acima mais amperagem de carga ligados diretamente ao motor, portanto funcionando mesmo sem bateria.

Plotter - PC - Piloto Automático

Como Plotter utilizamos um PC com um monitor LCD de 19", e um teclado com trackball embutida.

Software da Maptech, Offshore Navigator, conectamos via NMEA 0183 através de um NMEA multiplex da brookhouse, que liga os 2 GPS (sendo um reserva), o Piloto Automático Furuno (2 também), o compasso eletronico Furuno (2x) e o compasso eletrôniico Autohelm, assim como todos os instrumentos Autohelm e Raymarine. instalamos o sistema inicial em Creta na Grécia e tem funcionado muito bem, possuímos muitas cartas digitalizadas.

Utilizamos a software Vessel Management System Professional - VMS para a organização do barco, lá fazemos nosso inventário, diário de bordo, informação de tripulantes, diario de manutenção, nível de combustível etc.

GPS

O GPS é um instrumento incrível e importantíssimo na navegação de alto mar, permitindo sempre a precisa localização do barco.

Na navegação costeira entretanto, é preferível confiar na precisão do radar, devido às diferenças das cartas e também das coordenadas obtidas pelo sistema WGS84, nem sempre o padrão das cartas locais. E preciso todo o cuidado com o uso do GPS perto de pontos na terra.

Rádiogoniometro

Rádiogoniometro é um instrumento hoje de pouco uso (pois o GPS tende a faze-lo desaparecer) com o qual pode-se determinar a direção de onde vem um sinal de rádio. Duas ou três tomadas em intervalos de tempo, permitem determinar a posição de um barco. Entretanto as ondas eletromagnéticas sofrem às vezes desviação e não se pode confiar 100% nestas posições.

Comunicações

Nossas comunicações estão basicamente concentradas no Telex Inmarsat C. É seguro e sempre funciona, em qualquer parte de mundo.

O Telefone celular, tem sido de muito auxilio.

O VHF é um rádio de curto alcance (10 milhas), pois suas ondas muito curtas só se transmitem em linha reta, portanto seu limite é o horizonte. Antenas muito altas, como nos clubes, podem aumentar este raio até 20 milhas, mas a intenção é que o raio de ação seja mesmo limitado (a potência maxima permitida é 25 watts) para não congestionar os canais. A qualidade da transmissão é ótima, pois se trata de transmissão por modulação de freqüência. Mantemos escuta no canal 16 e às vezes num outro simultaneamente, quando a área o exige. Nosso backup é o VHF do Flex Boat e três VHFs portáteis, que levamos à terra para nos comunicar, ou mesmo para comunicação a bordo, por exemplo ao atracar.

O SSB é um rádio para longa distancia, alcance mundial, 150 watts. Pode ser sintonizado por freqüências ou canais e temos conectado a ele um sistema de transmissão de pulsos que nos permite digitar num teclado um numero de telefone de qualquer lugar do planeta. Se conseguirmos boa comunicação com uma das estações da AT&T nos EUA, (o que não é sempre fácil) podemos telefonar. O SSB fica sintonizado em 2182 kz, canal de socorro e chamada geral.

Como o San Marino é em fibra de vidro e não possui bom “terra”, laminamos no casco e no Fly bridge entre as malhas de fibra, uma malha de cobre fina de grande extensão, que assim “aterra” nosso rádio.

Um sistema Inmarsat mini M nos permite comunicacao por voz, via satelite, a qualquer momento e com qualquer terminal telefonico no mundo, alem de fax para recepcao e transmissao.

Estação Metereológica

Nossa estação metereológia a bordo consiste nos tradicionais Termômetro (com máxima e mínima), Barômetro e Higrômetro. Também fazemos download de previsões pela internet, como norma o desktop do computador de navegação é a carta sinótica do dia.

O Sistema Inmarsat C, que nos permite receber e enviar Telex a qualquer máquina no mundo, ou mesmo Fax (só podemos enviar, não receber), recebe previsões meteorológicas 2 vezes por dia, e também todas as mensagens Navtex. É utilíssimo e vale seu preço.

Acoplado a nossa rede Authelm, temos sensores de velocidade e direção do vento, que nos fornece, quando navegando, estes dados em termos aparentes e reais.

EPIRB

O EPIRB é um transmissor automático que flutua em caso de naufrágio e automaticamente emite um sinal de socorro na faixa de 406 MHz, que é monitorada pelo um sistema de satélites COSPAS/SATSAT. O numero de nosso registro é transmitido e nossa posição é computada com precisão de 2 milhas.

Audio

O sistema de audio do San Marino é de boa qualidade.

Reciever, e CD player Denon, um Keyboard controller Roland com weighted keys e um módulo de syntetizador também da Roland, caixas JBL e NHT.

Os CD's foram trocados por um HD de 5 GB, nele temos mais de 500 cd's armazenados em AIFF 44.1 16 bit, sem compressão alguma, usamos i-Tunes, não precisamos mais procurar cd's e ganhamos bastante espaço, as capas foram downloaded pela internet usando uma i-Tunes account.

O som é comandado por controle remoto, assim da ponte de comando ou da sala, podemos operar o sistema, ligar e desligar as caixas desejadas.

Colchões

Nossos colchões são muito especiais, feitos sob medida numa empresa em Los Angeles. São de mola, feitos especialmente para barcos, não enferrujam e se dobram facilmente para poder entrar nas cabines. É imprescindível ter bons colchões. As noites devem ser bem dormidas para estarmos bem durante o dia. A regra é “colchões com uma espessura mínima de 20 cm”, os nossos tem 25 cm.

Defensas e Amarras

É importante ter defensas de boa qualidade e de tamanho exagerado.

Levamos 6 de 12 x 34 polegadas, tradicionais, quatro na cor preta e duas na cor branca A cor preta é ideal, parecem sempre limpas.

Temos também 4 planas, de espuma de células fechadas, que mantémos à mão em cada atracagem. São mais fáceis de manejar.

Nossas amarras são todas em Nylon trançado em 3, que é elástico e resistente.

Para spring temos 6 cabos de 3/8” com 20 metros cada.

Para a popa, 4 cabos de 1” com 12 metros cada.

A regra é:

Diâmetro do cabo: 1/8 de polegada para cada 9 pés de comprimento do barco

Comprimento: Springs: O mesmo do casco.

Popa: 2/3 do comprimento do casco

Dinghyes - Infláveis

Temos dois infláveis de fundo rígido, que usamos como barcos de apoio.

Um, de 3,5 metros, Avon com remos e motor Yamaha de 15 hp 4 tempos, leve e muito prático.

O outro, Flexboat de 5 metros, com motor de Yamaha de 40 HP, 2 tempos, pesado mas com capacidade para as mesmas 8 pessoas que podemos alojar a bordo, permite boa velocidade (30 nós) e puxa esqui slalon.

É importante que o dinghye que se tem a bordo, possa levar simultaneamente todo o pessoal embarcado, pois fica mais fácil o desembarque e pode-se organizar passeios não deixando ninguém pata traz.

Balsas Salva Vidas

Temos duas balsas uma em container de fibra (que deve sempre ser montada num ponto alto do barco) e outra em bolsa, pois a de container pode ser eventualmente varrida para o mar em caso de tempestade violentíssima.

Junto com a de bolsa, temos duas “bolsas de abandono”. Dentro delas, tudo o que é necessário para uma longa sobrevivência no mar.

Esta é a relação do que levo em cada bolsa:
1 Sextante Plástico
1 Faca
1 Caneca Plástica
1 Apito
1 Bússola Silva c/ lente e escala
1 Bandeira Laranja
1 Casaco Angeviniere
1 Livro Captains Guide To Liferaft Survival
1 rolo duct tape
1 livro sobrevivência no mar
1 Dessalinizador
1 Fumigeno Flutuante
1 Sinal de Perigo Diurno/Noturno Britanite
1 Estrela Vermelha Britanite
2 Pára-quedas vermelho Pains Wessex MK3
3 Sinal fumigeno de mão Pains Wessex MK6
18 Ração sólida 10/94
25 Agua 125 Ml 08/95
1 Lanterna , 4 pilhas, 1 lâmpada extra
1 espelho sinalização
1 estojo pesca
2 óculos de ver perto (para quem possa necessitar)
1 Kit de reparo Avon
4 lápis
1 borracha grande
4 cobertores de emergencia em poliester
1 Saco térmico de dormir
1 Arpão

Jackline - Salva Vidas

Temos no Fly Bridge, nos passadiços e na proa, pontos para amarrar uma “jackline” que é um cabo que corre por toda a extensão do barco.

Nos coletes salva-vidas da tripulação há um olhal onde se prende mosquete com um cabo de uns dois metros que corre sobre o “jackline”.

Assim, podemos nos movimentar no convés e no Fly sem risco de cair na água.

Este é um equipamento comum em veleiros e é discutível sua validade num barco a motor, pois ser arrastado na agua a grande velocidade pode ser pior que ficar à deriva. Mas em nosso caso, o San Marino é lento, e os jacklines são colocados em modo ao tripulante não ficar totalmente imerso n’água, podendo assim retornar usando o próprio cabo.

Temos obviamente salva-vidas aprovados pela Marinha Brasileira para 10 adultos e 4 crianças e se encontram na saída do Fly Bridge.

Mas os que realmente usamos, são infláveis e ocupam pouco espaço.

Dentro de cada camarote há um par, que contem uma luz estroboscópica, um apito e inflam automaticamente.

Para os tripulantes 4 com olhal, e mais dois que incluem um pequeno canivete para cortar cabos, uma lanterna e uma luz estroboscópica.

Cabos

A regra geral é: 1/8” de diâmetro para cada 9 pés de comprimento do barco.

Assim no San Marino, com 65 pés: 65/9= 7.22, isto é aproximadamente 8. 8 vezes 1/8” igual a 1 polegada, que é o diâmetro de nossos cabos de nylon.

Deve-se usar o tipo mais simples, aquele trançado em três, pois é o mais elástico e faz o efeito de amortecedor.

É também o mais forte, com uma carga de ruptura minima de 15 000 kg, na medida 1”.

Borrachas

As borrachas de um barco, devido às altas temperaturas começam pouco a pouco a se tornar pegajosas, aderindo às superfícies que estão em contato.

Acabam sendo destruídas, por exemplo ao se abrir uma escotilha.

Uma boa solução é anualmente passar graxa transparente de silicone em todas elas.

Primeiro, com acetona, limpa-se a superfície retirando as marcas antigas.

Limpa-se também as borrachas, cuidando-se de passar a acetona rapidamente, só para tirar a gordura e restos de borracha solta.

Em seguida aplica-se a graxa com um pedaço de papel de cozinha.

As borrachas das portas, vigias, escotilhas e janelas do San Marino são na verdade neoprene.

 

 
Home Informações Início desta página